O AMOR torna os fardos mais leves,
porque os divide pelo meio.
O AMOR intensifica as alegrias,
elevando-as ao quadrado na matemática do coração.
O AMOR esvazia o sofrimento,
porque a simples lembrança do (a) amado (a)
é lenitivo com jeito de talco na ferida.
O AMOR ameniza as tarefas difíceis,
porque a gente não as realiza sozinho.
São dois cérebros e quatro braços agindo.
O AMOR diminui as distâncias.
Embora longe, o (a) amado (a) é alguém perto de nós.
O AMOR enseja confidências redentoras:
problema partilhado, percalço amaciado,
felicidade repartida, ventura acrescida.
O AMOR coloca música e poesia na banalidade do cotidiano.
O AMOR é a doce canção da vida e a poesia da eternidade.
O (A) Amado (a) é a outra metade da gente. O lado claro e melhor.
Sempre que o encontramos ,
encontramos um pouco mais de nós mesmos.
O (A) Amado (a) revela, desvenda, conforta.
É uma porta sempre aberta em qualquer situação.
O (A) Amado (a) na hora certa, é sol ao meio dia, estrela na escuridão.
O (A) Amado (a é bússola e rota no oceano, porto seguro da tripulação.
O (A) Amado (a) é o milagre do calor humano que Deus opera no coração.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
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