Morte do radialista Renato Machado está elucidada, diz delegada

 Delegada da 145ª Delegacia de Polícia, Madeleine Farias
 Delegada da 145ª Delegacia de Polícia, Madeleine Farias, concedeu entrevista coletiva na tarde desta terça-feira(15/01) e falou sobre a investigação do caso do radialista Renato Machado, que foi assassinado na semana passada, quando chegava a sua casa, em São João da Barra. A delegada disse que “o crime está praticamente elucidado”. Segundo ela, tudo leva a crer que o autor foi Gilmar Barreira Ramos Junior, o Cachaça, de 32 anos, que está preso. Ele foi apontado por uma testemunha do crime.
Na noite de ontem, a Polícia realizou uma reconstitutição e Gilmar foi colocado na cena do
crime, usando um boné que foi apreendido em sua casa.
Madeleine informou que só resta chegar ao mandante do crime. “Certamente, Gilmar não agiu sozinho”, enfatizou a delegada.Ela também descartou a participação no crime de Ricardo de Souza Santos, o “Ricardinho Perneta”, que figurava como suspeito, assim como declarou que a arma apreendida na casa de Ricardinho, em Atafona, um revólver calibre 38, não foi a arma utilizada para matar o radialista. O principal acusado Gilmar Barreira Ramos Junior  foi preso na manhã de ontem, diante de sua casa localizada na Rua Feliciano Sodré, ao lado do Atafona Praia Clube. Ele é acusado de mais dois homicídios e já foi preso durante a Operação Petisco, realizada  pela Polícia Federal na comunidade Tira-Gosto, em Campos.A Delegada da 145ª DP, Madeleine Farias Rangel,  admitiu a hipótese de que tenha sido um crime com motivação de vingança. A delegada explicou que a suspeita se deve ao temperamento da vítima, que teve vários desentendimentos na última eleição. Renato participou ativamente da campanha do atual prefeito José Amaro, o Neco, e chegou a levar  um soco no rosto durante uma confusão generalizada na Câmara de Vereadores.

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