segunda-feira, 26 de julho de 2010

O amor é uma sementinha


O amor é uma sementinha, que se deita à terra e se rega, todos os dias, protegendo-a de excessos, com que possamos devotá-la, e, que a vá sufocar, inda antes de vingar. Embora pareça frágil, não temamos cuidar dela, com todo o carinho, dando à terra espaço, para que possa respirar e aceitar melhor a água, com a qual se alimenta, e, a seu tempo, firme raízes. Aos poucos nascem os brotos, as primeiras folhas e seu espaço merecido. Continue-se a regá-la e a dar descanso à terra, fazendo-a colher os benefícios, dos raios do sol, para que a fotossíntese se faça. Então já flor, em todo seu vigor, precisamos limpá-la, das folhas amarelecidas, e é aí, que vinga o amor, quando flor e jardineiro, se completam, sabendo bem o que ambos necessitaram, para serem felizes e amarem-se, pois que houve, desde seu inicio, um respeito mútuo, uma liberdade, que fez com que uma e outro, se inteirassem das limitações, de cada um, enquanto seres vivos.

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