Depois de um rombo...

Depois de um rombo de cerca de R$ 35 milhões em meados de 2005, que lesou inúmeros investidores de Campos, os processos contra o Banco Cédula, que era representado na cidade pelo Grupo BMR, poderão ser julgados nas varas civis até o final de 2011. A informação foi dada  pelo advogado Marcos Cardinot ao site campos24horas.com.br.De acordo com Cardinot, novos juízes foram empossados pelo Tribunal de Justiça, sem impedimentos para julgar os processos, como alegaram alguns magistrados locais. Estes juízes poderão emitir sentença nos processos que aguardam uma decisão desde 2005, quando o grupo BMR fechou as portas em Campos, sem que os investidores tiveram uma explicação .

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