Americanas vivem com saúde após nascerem com menos de 300 gramas

Rumaisa Rahmam em 2004, quando nasceu com

apenas 260 gramas. (Foto: Nam Y. Huh / AP Photo)

Madeline Mann, hoje com 22 anos, e acima, logo após nascer com apenas 280 gramas. (Foto: AP Photo)
 Duas mulheres, atualmente com 22 anos e 7 anos, continuam a viver com saúde, após terem nascido com menos de 300 gramas de peso - valor equivalente a um iPhone. A condição de vida de ambas é descrita em um estudo publicado on-line nesta segunda-feira (12) na revista médica "Pediatrics", publicação da Academia Americana de Pediatria.Nascida em 1989, a norte-americana Madeline Mann nasceu no Centro Médico da Universidade Loyola, pesando apenas 280 gramas. Na época, ela foi considerada o menor bebê a sobreviver em toda a história. Desde então, outros três bebês foram gerados no mundo com um peso ainda menor.O mais leve deles é Rumaisa Rahmam, que também nasceu nos Estados Unidos, mas com apenas 260 gramas. O parto também deu à luz Hiba, com 450 gramas, e a dupla se tornou as gêmeas mais leves que já existiram no mundo.Tanto Madeline quanto Rumaisa vivem normalmente, com desenvolvimento motor e de fala saudáveis. Mas segundo Jonathan Muraskas, principal autor do artigo, os casos delas são raros e a maioria dos bebês nascidos com tão pouco peso não sobrevivem ou apresentam problemas graves durante o crescimento como retardo mental e cegueira.

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