Júlio César Barros de Oliveira dono da pistola calibre ponto 40 deve explicações à polícia

O tenente reformado da PM Júlio Cesar Barros, dono da arma, chegando para participar de acareação
Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
O subtenente reformado da Polícia Militar Júlio César Barros de Oliveira, dono da pistola calibre ponto 40, que estava na BMW do jogador Adriano, é o único que ainda deve explicações à polícia e corre o risco de ser responsabilizado pelo tiro disparado dentro do veículo.A Corregedoria da Polícia Militar instaurou uma sindicância para apurar se o subtenente, que é apontado como segurança do jogador, foi imprudente ao guardar a pistola.“Nossa investigação é no sentido de averiguar se a arma chegou às mãos da pessoa que atirou por uma imprudência do responsável ou se, eventualmente, ele a entregou para o autor do disparo”, explicou o corregedor da PM, coronel Waldyr Soares Filho.Se for comprovado que Júlio César foi imprudente, ele sofrerá sanções disciplinares por parte da PM.Já na Polícia Civil, o delegado vai reler os depoimentos prestados para saber exatamente onde o policial reformado guardou a pistola. “Ele disse que deixou a arma no chão, embaixo do banco do motorista. Já o Adriano disse que lembra ter visto a arma pela última vez entre o console do carro e o banco do motorista.

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