Caso Angelina: "Não há dúvidas que ela praticou suicídio"

Angelina morreu com um tiro no peito na madrugada do dia 16 

O delegado Gabriel Ferrando, que investiga a morte de Angelina Filgueiras, irmã da modelo Angela Bismarchi, disse nesta sexta-feira (29) que "não há dúvidas que ela [Angelina] praticou suicídio". A afirmação ocorreu depois que policiais da Delegacia de Itaipu (81ª DP) fizeram a reconstituição do crime na casa onde ela morreu.
Ainda segundo o delegado, a filha adotiva e o namorado de Angelina, participaram da reconstituição.

— Não há dúvidas que ela praticou o suicídio. Para mim o caso está encerrado, nenhum dado novo foi acrescentado durante a reconstituição, que apenas serviu para confirmar a versão apresentada pelo namorado de Angelina, Jolmar Wagner Alves Milato.
Ferrando afirmou ainda que faltam resultados de alguns laudos para concluir o inquérito, mas que o caso será enviado em breve para o Ministério Público.

De acordo com o depoimento de Milato, Angelina, de 42 anos, atirou contra o próprio peito após desarmar o ex-marido Márcio Luiz Dias da Fonseca. Em depoimento na 81ª DP após o crime, Jolmar, que estava com Angelina quando o ex dela chegou armado, disse que, depois disso, tomou a arma e matou Fonseca. Ele alega legítima defesa.
A polícia investiga ainda se o ex-marido foi até sua casa para tentar uma reconciliação. Na ocasião, ele a encontrou no quarto com o atual namorado. Ele estava armado e começou uma briga com o casal. Inicialmente, a hipótese considerada para a morte de Angelina era de disparo acidental durante luta corporal. Entretanto, o namorado disse à polícia que, durante a briga, a escrivã da Polícia Federal ameaçou se matar.

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