Pais de João Felipe foram a delegacia


Empresário Heraldo Bichara Jr e a esposa Aline
Santana deixam a delegacia (Foto: ALESSANDRO
COSTA/Agência O Dia/ Estadão Conteúdo)
Em depoimento na manhã desta terça-feira na 88ª DP (Barra do Piraí), o empresário Heraldo Bichara Júnior, pai do menino Felipe Bichara, de 6 anos, morto em 25 de março, "chorou compulsivamente", segundo o delegado responsável pelo caso, José Omena. Ainda de acordo com ele, Heraldo mostrou uma filmagem na qual aparece brincando com o filho. “Nós que somos pais, sabemos que os nossos filhos são a nossa motivação de vida. Tiramos da gente para dar para os nossos filhos”, disse Omena.Heraldo voltou a negar o relacionamento com a manicure Susana do Carmo Figueiredo, que confessou ter sequestrado e matado a criança em um quarto de hotel. De acordo com o pai do menino, a mulher teria enviado uma mensagem para o celular dele entre junho e julho do ano passado. De acordo com ele, foram três mensagens no intervalo de três dias. A primeira foi "oi, tio Sukita". A segunda, "eu gosto de você" e a, terceira, "vamos sair?".Somente na terceira mensagem Heraldo identificou que era de Susana. Nas duas primeiras ele contou que retornou e a ligação caía em uma musica. Quando conseguiu falar, ela teria se identificado e convidado Heraldo para sair. Em resposta, ele teria dito: "Para mim não dá", contou o delegado. Na época do ocorrido, o pai do menino achou melhor não contar nada para a mulher, Aline Santana..Em uma das versões dadas por Susana durante depoimento, ela chegou a dizer que teve um relacionamento amoroso com o pai da criança. Com a declaração do pai, o delegado segue com a linha de investigação de sequestro e afirma que existe uma carta descrevendo esse plano. “Não houve vingança, houve ganância. Com a cartinha é possível chegar a essa conclusão”, disse o delegado, ressaltando que vai pedir, até amanhã (quarta-feira), a quebra dos dados telefônicos para saber com quem Susana falava mais e para quem ela ligou quando estava no hotel com a criança.Para Omena, desde o início a intenção da manicure era pedir o resgate e matar o menino, já que a criança poderia reconhecê-la. "A Susana tinha múltiplos objetivos nesse fato.

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